Voltando as Atividades!!!

Toda Quarta-feira terá um post novo sobre Assuntos relacionados a saúde!!

Vamos lá mãos a obra!!!

01/08/2011 at 1:02 Deixe um comentário

Paixão pela Profissão!

27/10/2010 at 1:01 Deixe um comentário

Treino de Agilidade

Comentarei um pouco sobre o treino de agilidade, utilizamos o treino na fase final de reabilitação nas cirurgias ortopédicas. Esse tipo de treino é utilizado para aprimorar a destreza e velocidade do atleta.

A qualidade é a chave para o bom desempenho dos treinos de velocidade e agilidade. Mantenha os testes curto  com período de descanso entre as séries. Seguem algumas chaves para otimizar o treinamento:

– Aqueça bem. Treino de velocidade e agilidade não pode deixar sem fôlego, mas eles pedem um esforço considerável na  musculatura.

– Treino de velocidade e agilidade deve ser realizada em dias separados para outros tipos de treinos como força ou no início de uma sessão de treinamento após o aquecimento.

– Uma sessão típica pode consistir de cerca de 5 séries de 10 repetições. Trabalho com o período de repouso deve ser 5 vezes o tempo da atividade ou seja, um sprint 5 segundo deve ser seguido por um período de recuperação de 25 segundos.

– Os treinos de velocidade e agilidade devem ser focados para o  esporte.Para torná-los mais específicos adaptá-los um pouco para reproduzir os padrões de movimento em seu jogo.

Uma ferramenta muito interessante são as escada de agilidade, é uma excelente maneira de melhorar a velocidade, agilidade e coordenação nos membros inferiores. Uma dica que eu dou é não compre uma escada são caras custa em torno de R$ 160,00 e simples faça a sua.

1 -Você vai precisar de 20 ripas de madeira, tipo compensado de 40 X 5 cm. Custo uns R$ 15,00

2 – Tipo uma faixa de mochila porém mais simples. Custo uns R$ 10,00 o rolo

3 – Grampeador profissional emprestado.

Modo de fazer: Agora basta ir grampeando as ripas com uma distância de 50cm entre elas e já era! Perfeito. Há a possibilidade de fazer com cordas também.

Livro para Download com diversos tipos de treino de agilidade ! Alguns videos com o treino na escada! Faça a sua e treine!

 

27/10/2010 at 0:36 Deixe um comentário

Mídia Fisioterapia

14/10/2010 at 2:52 Deixe um comentário

Impacto Femoroacetabular.

Existem evidências crescentes de que o impacto femoroacetabular seja importante na etiologia mecânica do desenvolvimento da artrose do quadril.

O Impacto femoro acetabular não é uma doença por si, mas um processo patomecânico que o quadril humano pode sofrer. Uma variedade de anomalias do acetábulo e/ou fêmur combinado com movimentos de flexão e rotação interna no final de amplitude e/ou movimentos rigorosos podem levar a choques repetitivos que causam danos estruturais aos tecidos moles, lábio e/ou cartilagem (LEUNIG, 2009).

O impacto fêmoro-acetabular geralmente aparece em adultos jovens e ativos os quais relatam um quadro de dor na região da virilha, de início insidioso, decorrente dos traumas repetitivo ou sem causa aparente. Durante os estágios iniciais, o sintoma é intermitente, que pode ser exacerbado por um aumento na demanda sobre o quadril, tal como ocorre em alguns esportes. Esportes como futebol, kickboxing, tênis, beisebol ou voleibol, que exigem a flexão do quadril com torque variável ou carga axial podem agravar sintomas. O paciente, também, relata dor após permanecer sentado por longo período. O exame físico revela, tipicamente, uma limitação à amplitude de movimento, principalmente à rotação interna e adução com o quadril flexionado a 90º (ESPINOZA, 2006; BRENDELLA, 2007).

A causa de tal alteração pode residir no impacto da porção anterior e ântero-superior da junção cabeça-colo femoral contra a porção contígua do acetábulo. Esse tipo de mecanismo é considerado um dos precursores da artrite degenerativa.  Os pacientes que apresentam predisposição ao desenvolvimento de IFA devido à sua anatomia intrínseca, podendo ser anormalidades anatômicas no fêmur proximal, no acetábulo ou ambos. Há dois tipos de impacto: o tipo CAM e tipo PINCER.

As causas do IFA incluem alterações na relação entre cabeça e o colo femoral, epifisiólise femoral, ou deformidades pós-cirúrgicas ou traumáticas. Quando há uma relação inadequada entre a cabeça e colo femoral ocorre o impacto entre essa área subjacente e a borda do acetábulo nos movimentos de flexão e rotação interna, resultando em forças anormais sobre a cartilagem do acetábulo e na porção ântero-superior do osso subcondral, tal alteração é descrita como impacto o tipo Cam.

A alteração da relação entre a cabeça femoral e o colo pode ser visto na ressonância magnética (RM) ou radiografia como uma proeminência na região lateral da cabeça femoral nas áreas adjacentes ao colo femoral. Essa alteração se refere à diferença entre o maior diâmetro da cabeça femoral e da parte mais proeminente do colo do fêmur. A perda da proporção entre a cabeça femoral e o colo resulta em diminuição das distâncias entre o colo do fêmur e acetábulo durante amplitude final nos movimentos do quadril.

Stuhlberg et al (1975) descreveram a presença da deformidade em cabo de pistola em 40% dos pacientes que desenvolvem OA do quadril. O termo deformidade em cabo de pistola refere-se ao achatamento da região de transição entre a cabeça e o colo femoral. Tanzer e Noiseux (2004) descreveram a deformidade em cabo de pistola como uma causa da IFA em 100% dos pacientes com artrite idiopática do quadril.

Notzli et al. (2002) descreveram um método de diagnóstico do IFA por meio ressonância magnética que determina a concavidade junção entre o colo e cabeça femoral. O angulo alfa é definido pelos eixos que se definem como distância entre o córtex até o centro da cabeça femoral e desta até a região coberta por cartilagem na cabeça femoral, com o alargamento do colo do fêmur há redução da concavidade do colo. O ângulo alfa medido em paciente com IFA 74° ±5,4° em controles normais 42° ±2,2°. Todas as causas de impacto atribuídas ao aumneto da junção entre colo e a cabeça femoral, como alargamento do colo femoral, formação de osteofitos ou deslocamento da cabeça femoral resulta em aumento do ângulo alfa.

Há paciente com IFA que apresenta a cabeça femoral com morfologia normal, apresentando alteração acetabular. A síndrome do bordo acetabular é um precursor da AO. Em quadris displástico que apresentam acetábulo raso com cobertura insuficiente para a cabeça femoral há aumento carga e pressão sobre o acetábulo. Este leva a rupturas labrum , lesões condrais, intra-cistos no teto acetabular e  fragmentação óssea

Retroversão acetabular, coxa profunda, ou protrusão acetabular resultam em falta de cobertura à cabeça femoral, aumentando a profundidade relativa do acetábulo. O contato da cabeça femoral contra o acetábulo resulta na degeneração posteroinferior do labrum com a formação de gânglio ou ossificação da borda acetabular, o tipo Pincer é mais benigno em comparação as lesões condrais e extensas rupturas labral visto no impacto Cam. O impacto Pincer é mais frequentes em mulheres de meia-idade praticantes de esportes.

14/10/2010 at 2:17 Deixe um comentário

Overdose de Homeopatia!?

Precisamente às 10:23 da manhã do último dia 30 de janeiro, mais de 400 céticos britânicos ingeriram quantidades maciças de remédios homeopáticos buscando uma “overdose” que, se a homeopatia funcionasse, deveria ter causado sérias consequências. Felizmente, como se queria demonstrar, todos saíram ilesos deste protesto público contra a venda de “remédios” homeopáticos que não possuem qualquer efeito comprovado além do placebo. Uma overdose de pílulas de açúcar não tem efeito maior do que uma bala. De doce, claro.

“Pensamos que não se deveria vender pílulas de açúcar a pessoas que estão doentes. A homeopatia nunca funciona melhor que um placebo. Os remédios são tão diluídos que não há nada neles”, declarou Michael Marshall, da Sociedade de Céticos de Merseyside. E nestas declarações, Marshall estava incrivelmente apenas repetindo as declarações de quem vende tais produtos e mesmo daqueles que os receitam. Explica-se.

Um dos principais alvos da campanha 10:23 foi a cadeia de farmácias “Boots”, que oferece produtos homeopáticos em suas prateleiras lado a lado com remédios que realmente possuem algum efeito. O mais impressionante é que há meses o principal responsável pela rede de farmácias, Paul Bennett, já havia admitido que os produtos são vendidos porque são populares, e não porque sejam efetivos no tratamento de qualquer doença.

“Não tenho nenhuma prova de que esses produtos funcionam. Trata-se da livre escolha do consumidor, e um grande número de nossos clientes crêem que são eficazes”, declarou ao Comitê de Ciência e Tecnologia à Câmara dos Comuns em Londres. A rede de farmácias parece feliz em respeitar a livre escolha de seus clientes quando isto significa lucrar vendendo produtos que não funcionam.

Em resposta ao protesto cético contra a venda de produtos inócuos a consumidores incautos, mesmo o Conselho de Homeopatas da Nova Zelândia já foi forçado a reconhecer que seus produtos não contêm “substâncias materiais”. A porta-voz do conselho, Mary Glaisyer, admitiu publicamente que “não resta nenhuma molécula da substância original”. É reconhecidamente apenas água ou açúcar. Vale repetir, como Bennett reconheceu, sem nenhum efeito comprovado.

Mesmo antes da demonstração cética, um episódio no início de dezembro de 2009 que poderia ser trágico terminou cômico quando a filha do músico Billy Joel, Alexa Ray Joel, tentou se suicidar tomando uma overdose de remédios. O detalhe é que as pílulas eram de “Traumeel”, um produto homeopático para tratar dor nas articulações. Alexa Ray Joel ligou para a emergência e foi rapidamente tratada, mas ainda que não o fosse “nada iria acontecer porque não há nada [no produto]”, disse o Dr. Lewis Nelson, toxicologista do Centro Médico da Universidade de Nova Iorque. Mal sabia ela que estava comprovando a ineficácia dos produtos homeopáticos.

A ausência de qualquer efeito, mesmo em “overdoses” como as ingeridas pelos céticos britânicos, pode soar mesmo benéfica para alguns, já que pelo efeito placebo muitos dizem sentir-se melhores. Tentativas de suicídio que terminam cômicas… que mal haveria na homeopatia? Isto é, além de sustentar uma indústria multimilionária feliz em cobrar altos valores por produtos sem qualquer eficácia real?

Resulta que há prejuízo social muito concreto, incluindo sofrimento e mortes desnecessárias nada engraçadas.

Como relata o jornalista Simon Singh, homeopatas podem oferecer aconselhamento de saúde claramente nocivo. Questionados sobre se pais deveriam imunizar seus filhos com a vacina tríplice, de 168 homeopatas consultados, 77 responderam mas apenas dois indicaram a vacinação. “É evidente que a enorme maioria dos homeopatas não encoraja a imunização”. Aconselhamentos infelizes como estes contribuíram para o ressurgimento de surtos de sarampo em vários países, incluindo o próprio Reino Unido, onde recentemente os casos passaram de dezenas para milhares.

Vale notar que o surgimento destas milhares de crianças afligidas pela doença muito real e facilmente prevenível está relacionado também com um estudo de 1998 extremamente deficiente supostamente associando a vacina tríplice ao autismo. Andrew Wakefield, autor do trabalho original que espalhou medo e contribuiu para reduzir o número de crianças vacinadas, foi recentemente julgado pelo Conselho Geral de Medicina britânico como tendo agido de forma “desonesta e irresponsável”, com “notório desprezo” às crianças que foram sujeitos de sua pesquisa.

Seria cômico se não fosse trágico: não só seus resultados não puderam ser reproduzidos por ninguém, havendo indicações de que Wakefield os fraudou. Também se descobriu que o médico estava em verdade tentando patentear sua própria vacina tríplice alternativa, além de ser pago para depor em um julgamento defendendo a ligação da vacina tradicional ao autismo, com algumas das crianças em seu estudo sendo filhas dos mesmos pais envolvidos na ação judicial.

Tudo indica que o suposto médico contra as vacinas queria apenas vender suas próprias vacinas. A saúde pública, o bem-estar de milhões de crianças não foi sua principal preocupação, e como consequência, a taxa de imunização caiu e mais de mil doentes ao ano surgiram onde antes surgia apenas um punhado.

A vacina tríplice é segura e múltiplos estudos independentes da Polônia, Dinamarca, Finlândia, o próprio Reino Unido e Japão provam que e não possui qualquer relação com o autismo – no Japão, a tríplice foi interrompida após 1993, sem qualquer feito sobre os índices de autismo.

Não muito diferentes de Wakefield, as farmácias que produzem e vendem produtos homeopáticos não são iniciativas corajosas contra as grandes indústrias farmacêuticas. Ao invés, a indústria homeopática está mais do que feliz em lucrar com aquilo que não possui efeito comprovado, e reconhecidamente não possui qualquer substância ativa. A medicina alternativa é em grande parte apenas uma forma alternativa de lucrar com doentes sem esperança.  Será?

Vídeo comédia sobre a homeopatia em Urgência.

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Fonte Principal:  S&H,

Outras fontes: 10;23, Live science, Ceticismo Aberto

01/02/2010 at 14:27 Deixe um comentário

Matéria do Jornal Hoje Sobre Dor cervical

A principio, a introdução da matéria:

‘’ A má postura e o estresse são os grandes responsáveis pelas dores no pescoço e ombros. Para aliviar essa dor, veja uma série de exercícios que você faz em casa mesmo, sozinho e gasta só dez minutinhos” leia mais…

No link acima você pode conferir toda a matéria e principalmente assistir ao vídeo, onde uma Fisioterapeuta explica sobre o ‘’tratamento’’ que pode ser realizado em casa e em apenas 10 minutos.

Atualmente muito se comenta sobre a fisioterapia baseada em evidencia e também muito se fala em mercado saturado na fisioterapia. Entretanto, o que se viu nessa reportagem foi um total despreparo de profissionais, no caso os fisioterapeutas, abordando um assunto muito comum nas clinicas em um telejornal de ampla divulgação, logo uma excelente oportunidade para a fisioterapia consolidar o seu espaço no mercado.

Transcrevo uma parte curiosa da matéria.

‘’ Quando nossos músculos ficam tensos, o fluxo de sangue diminui provocando dor na região.’’

Fluxo de sangue diminui?? Então cuidado se ficar muito tenso vai necrosar tudo!!! Vai saber que escreveu esse texto!!!

Bom aí a Fisioterapeuta ensina alguns exercícios, achei bacana, mas veja há alguns meses foi publicado um artigo na JOSPT sobre exercícios domiciliares no manejo da dor cervical. Acho que a fisioterapeuta poderia se basear nesse estudo para elaborar a serie. Achei a reportagem bacana no geral, porém acho que ainda não colocaram a fisioterapia no campo em que deveria, tratando os assuntos de forma leviana.

Veja exemplos de Exercícios domiciliares no artigo. – Knowledge to Action – A Challenge for Neck Pain Treatment

No final da matéria tem dicas sobre ergonomia, fala sobre assuntos gerais e cita a altura do monitor mas me pareceu que a altura não estava correta na exemplificação para a fisioterapeuta em questão.

28/01/2010 at 17:29 2 comentários

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